domingo, 21 de novembro de 2010

...

De repente, as coisas fizeram sentido deixando tudo sem sentido.
O rumo que eu havia dado, a ‘ilusão’ que eu havia planejado.
Perdida? Não. Meus pés tocaram o chão de repente, meus olhos abriram, não sei em que ponto exatamente. Sei precisamente onde estou, a amostra do que sinto me faz reconhecer com precisão o lugar.
É preciso saber a hora de recomeçar, é preciso reconhecer quando não há lugar, é preciso aceitar quando não dá.
Inseguranças por inseguranças eu prefiro as minhas.
Dúvidas por dúvidas eu prefiro as minhas.
Medos por medos eu prefiro os meus.


‘Quero ser feliz também, navegar nas águas do meu mar!’

Andrezza Almeida

Nenhum comentário:

Postar um comentário